No Verão também se vai ao cinema: #11-20

Here it comes! Uma segunda parte dos filmes que devem ver neste Verão. Claro que nem todos podem concordar com esta lista, e como é óbvio, há sempre filmes melhores do que outros. São meras sugestões, já vos dei 10 numa primeira parte. Agora trago-vos outras 10 sugestões para terem filmes até agosto para verem. Quem é amiga?

War for the Planet of Apes

A estrear dia 13  de julho em Portugal, War for the Planet of Apes apresenta-se como a sequela do filme de 2014, Dawn of the Planet of Apes. Neste filme, os macacos vão entrar num conflito mortal com os humanos que estão a ser comandados por um tirano, sendo que esta batalha vai determinar o futuro das duas espécies. Confesso que nunca vi nenhum destes filmes mas já tive pessoas a recomendarem-me inúmeras vezes. Well, para ver macacos não preciso de ir muito longe, mas pode ser que dê o benefício da dúvida.

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Valerian and the City of Thousand Planets

Este filme conta a história de dois agentes especiais do governo, Valerian e Laureline, e o dever deles é manter a ordem no universo. Valerian tem uma “crush” pela colega mas o seu historial com mulheres e os valores dela fazem com que ele seja rejeitado constantemente. Mas juntos embarcam numa missão até uma cidade chamada Alpha, formada por diferentes espécies do universo devido a forças ocultas que estão a ameaçar pôr a Humanidade em perigo. Não sei muito bem o que achar deste filme, especialmente porque não sou grande fã da Cara Delevingne e muito menos de Dane DeHaan, mas gostos não se discutem! Estreia dia 27 de julho.

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Baby Driver

Aqui está um filme que eu vou ver de certeza só pelo elenco. Com Ansel Elgort, Kevin Spacey, Jamie Foxx, Jon Hamm, Jon Bernthal, entre outros, o filme conta a história de um jovem chamado Baby que é o melhor motorista de fuga no mundo do crime. Mas conhece a rapariga dos seus sonhos e convence-se de que é altura de abandonar a vida criminosa. Mas num último assalto, tudo fica em risco para ele: o seu amor e a sua liberdade. É pena só estrear no dia 3 de agosto.

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Wind River

E quem é que já tinha saudades de ver o Hawkeye e a Scarlet Witch de The Avengers: Age of Ultron a contracenar juntos? Eu cá já tinha! Fiquei mesmo feliz em saber que eles iam estar juntos neste film. Cory (Jeremy Renner) que é um caçador de predadores, traumatizado pela morte da filha, que encontra o corpo congelado de uma menina e inicia uma investigação sobre o crime com a ajuda da agente do FBI, Jane Banner (Elizabeth Olsen). Também Jon Bernthal, que representava Shane em The Walking Dead, entra neste filme! Estreia dia 4 de agosto nos EUA.

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Detroit

Detroit conta com a participação da mais recente estrela de Star Wars, John Boyega, com  Anthony Mackie (Falcon em The Avengers) e também com  Samira Wiley, John Krasinski,  Kaitlyn Dever e Will Poulter. O filme retrata a onda de protestos que ocorreram em 1967 em Detroit, quando a população se revoltou contra uma operação policial não autorizada, que acabou em inúmeras mortes. Parece-me um filme bastante interessante e é um género de filme que muita gente é capaz de gostar porque pega na História e no Thriller. Tem estreia marcada também para dia 4 de Agosto nos EUA.

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The Dark Tower

Idris Elba volta aos grandes ecrãs no papel de um pistoleiro, Roland Deschain, que corre o mundo à procura da Dark Tower (Torre Negra), um prédio mágico que está a desaparecer. A busca envolve uma perseguição ao Man In Black, protagonizado pelo grande Matthew McConaughey, com passagens por tempos diferentes e confusões entre o que é real e o que é imaginação. Para quem gosta de Stephen King, tendo em conta que o filme é baseado na sua obra com o mesmo nome, tem de ir obrigatoriamente ver este filme! Para quem não gosta, dêem uma oportunidade e pode ser que no dia a seguir já estejam a ler outros livros dele. Não se esqueçam que o filme It também uma obra dele, está para vir!

PS: O livro The Dark Tower demorou 33 anos para ser concluída e é inspirado no universo de J.R.R. Tolkien, criador de The Lord of the Rings.

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An Inconvenient Sequel: Truth to Power

Em 2006, Al Gore alertou o mundo em An Inconvenient Truth para a necessidade da união entre os países para resolver a crise que envolvia o aquecimento global. Regressa agora, com o mesmo tema (que nos continua a afectar drasticamente) não só para mostrar as consequências que esta crise climática está a ter mas também para mostrar os avanços na obtenção de energia através de fontes limpas. O documentário recente que saiu no mesmo estilo foi Before The Flood de Leonardo DiCaprio e acho mesmo que são documentários que todos deviam ver para começarmos todos a perceber que a Natureza também se revolta.

Estreia dia 4 de agosto nos EUA.

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Annabelle: Creation

Este é daqueles filmes que ponho aqui porque há pessoas que adoram filmes de terror mas que eu não devo de todo ver porque, como expliquei no post sobre o Get Out, DETESTO FILMES DE TERROR. A história conta a história de um artesão de bonecas e da sua esposa que, após perderem numa morte trágica a sua filha, decidem acolher em sua casa uma freira e algumas meninas de um orfanato. Porém, atormentado com algumas lembranças, o casal precisa de lidar com a boneca demónio (que não tem outro nome), Annabelle, que o artesão criou. Estreia dia 11 de agosto nos EUA.

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The Hitman’s Bodyguard

Não sei se por acaso se lembram de um filme chamado The Bodyguard com Kevin Costner e Whitney Houston. The Hitman’s Bodyguard surge um pouco como paródia do filme de 1992 mas não exagerado, realizada por Patrick Hughes e conta com Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Gary Oldman, Salma Hayek, entre outros.

A história? Muito simples. O guarda-costas Michael Bryce é contratado para proteger um hitman chamado Darius Kincaid, que precisa de testemunhar na Corte Internacional de Justiça. No caminho para Inglaterra, são perseguidos por assassinos e isso vai fazer com que eles tenham de trabalhar juntos para destruir o ditador Vladislav Dukhovich.

Come on, é o Ryan Reynolds e o Samuel L. Jackson juntos. Querem melhor? Ao vosso dispor dia 18 de agosto nos EUA.

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Ingrid Goes West

Em Ingrid Goes West, Aubrey Plaza (Dirty Grandpa) interpreta Ingrid, uma jovem que tem como ídolos algumas personalidades das redes sociais, sendo a sua preferida Taylor Sloane (Elizabeth Olsen), uma rapariga muito famosa e com uma vida que aparenta ser perfeita. Ingrid, obcecada com Taylor, decide abandonar tudo e mudar-se para perto dela, pondo em prática um plano para se tornar a sua melhor amiga. Mas claro está que isto passa os limites de ser fã para algo muito mais alarmante e perigoso.

É um filme que de certeza vai chamar muito a atenção para coisas que se passam nos dias de hoje e estreia dia 11 de agosto nos EUA.

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Wonder Woman: Mais do que uma princesa, uma guerreira

“I will fight, for those who can not fight for themselves.” – Diana Prince

Já lá vão alguns dias desde a estreia de Wonder Woman e já andava ansiosa para ir ver este filme e finalmente, consegui!! Os fãs do universo da DC esperaram demasiado tempo para que o filme desta super heroína saísse, mas sempre com algum receio, especialmente depois do pouco êxito de Supergirl, Catwoman e Elektra, por isso, ver este filme era quase obrigatório para saber se as expectativas eram finalmente correspondidas! E que bem arriscado que foi!

Antes de mais, tenho de dizer que a Gal Gadot foi a escolha perfeita porque, para além de ser LINDA, tem aquele toque fearless que é algo que caracteriza a WW também.

Passando ao que interessa (vou super tentar que isto não tenha spoilers mas não posso prometer nada. Mas posso dizer que não vou revelar o filme todo para evitar isso mesmo)!

O filme começa com uma pequena ligação à primeira aparição de WW em Batman vs Superman, ao ser entregue a Diana uma mala vinda por parte de Bruce Wayne com a fotografia original da Wonder Woman com quatro homens e com um pedido para que ela um dia lhe conte a sua história. A partir daí, tudo é um throwback.

Somos então puxados para a infância de Diana na ilha de Themyscira, onde vivem apenas as Amazonas, guerreiras criadas pelos deuses do Monte Olimpo para proteger a humanidade da corrupção de Ares, o Deus da Guerra e filho de Zeus. Mas para ser possível matá-lo, Zeus deixou uma “Matadora de Deuses” (Godkiller) que Diana acredita que é uma espada que a sua mãe, Hippolyta, lhe mostrou. De realçar também que nesta ilha não existem homens nenhuns.

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Diana sempre teve um espírito guerreiro e desde muito nova que quis treinar para saber combater quando a guerra vier. Mas a sua mãe não deixava e, por isso, treinava às escondidas com a sua tia, Antiope, até que juntas, convenceram Hippolyta. Mas Diana tinha que ser treinada para ser melhor do que todos, porque ela não era uma Amazona qualquer. E não, não era por ser uma princesa.

Mas tudo realmente começou quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se despenha na ilha delas (que estava protegida com um feitiço para ninguém a encontrar) e traz um exército alemão atrás dele que o queria matar porque afinal de contas, ele era um espião. Diana foi quem o ajudou a sair da água e ficou surpreendida porque nunca tinha visto um homem e aposto que ele nunca tinha visto uma mulher tão bonita como ela! Depois de Steve contar às Amazonas qual era a sua missão para conseguir travar a guerra, Diana depressa se apercebe que isto só pode ser obra de Ares e oferece-se de imediato para ir, apesar da mãe dela a proibir. Mesmo assim, pega na espada (supostamente a GodKiller), num escudo, numa armadura e num cordão dourado (Lasso of Truth) às escondidas e mostra ao piloto como sair da ilha. E eis que chegam a Londres.

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Diana, dá muito nas vistas, como é óbvio. O que diriam se tivessem nas primeiras décadas do século XIX, tudo super tapado até às orelhas e conservador, no meio de uma guerra, e vos aparecesse uma mulher lindíssima, com um traje que mostra as pernas todas, acompanhada de uma espada e de um escudo? Especialmente na época em que o filme se passa, em que o sexismo é uma constante – chega ao ponto de Diana entrar numa sala cheia de ministros (todos eles homens) e eles ficam indignados, perguntando-se o que raios está ali uma mulher a fazer. Em relação à espada e ao escudo, provavelmente só achavam que ela era maluca.

Diana, que não entendia nada do que se estava ali a passar, porque nunca tinha estado em contacto com a Humanidade e com o que ela trouxe com o passar dos anos, teve de tentar conter-se mesmo que às vezes se revoltasse com o que estava a acontecer e ninguém entendesse patavina do que ela estava a querer dizer quando falava de Ares.

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E eis que ela se depara no meio da Primeira Guerra Mundial, e com a sua bondade, ao querer ajudar as pessoas, aventura-se mesmo no meio da batalha, na sua bela fatiota, e faz o que nenhum homem tinha conseguido num ano – chegar ao lado onde os alemães estavam. No meio disto tudo, o que aconteceu foi basicamente isto:

 

É, no mínimo, impressionante como uma mulher dá uma coça a tanta gente! A Wonder Woman tem poderes espectaculares e nem ela percebe bem nesta altura a dimensão deles, apesar de já termos tido um sneak peek em Batman vs Superman, do que ela consegue fazer.

Tendo em conta que a Wonder Woman é talvez das personagens mais poderosas da DC, foi óptimo finalmente terem conseguido levar este filme avante, especialmente com a Justice League a chegar em Novembro. E de certa forma, mostra bem a história da Diana e os valores pelos quais ela luta como o amor e a justiça, esses que foram a base da sua criação e, especialmente no final do filme, que são realmente a base da sua futura missão.

E o bom do filme é que tem um pouco de tudo: tem a introdução, mas também nos surpreende com a acção, mesmo que saibamos que vai ser previsível o desfecho ou que saibamos quem é o vilão já muito antes de ele se revelar, é sempre maravilhoso ver a WW a lutar com toda a garra, não só pelo seu amor por Steve Trevor mas ainda mais pela crença que ela tem na Humanidade. Melhor do que a ver a lutar, é vê-la a fazer isso ao som de Wonder Woman’s Wrath. Ai, como eu adoro este instrumental!!! Dá aquela pica para a acção e já o associamos logo a esta heroína!

Mas sinto que, especialmente para quem não conhece muito sobre esta heroína, faltou um bocado explorarem que tipo de poderes é que ela tem, ou pelo menos perceber ainda melhor a dimensão deles, ou até mesmo como é que ela lida com eles. De certa forma, podia não fazer sentido explicitarem os poderes dela já visto que nem ela percebia ainda bem na altura quais eram mas tenho receio de que não o farão nos próximos filmes. Digo isto porque acho mesmo que os poderes dela são espectaculares e merecem, sem dúvida, mais destaque quando se fala na Wonder Woman. E, por favor, não façam com que os filmes de super heróis caiam demasiado em cliché. Sim, eles lutam por causas como a paz, a justiça e talvez o amor, mas não vamos exagerar. É um filme, lá está, de super heróis, queremos ver acção (com bons efeitos, de preferência) mas “realista” dentro da ficção!

Quero deixar também uma nota sobre Patty Jenkins que conseguiu retratar bem as dúvidas e conflitos da própria personagem, um obrigada a Zack Snyder (boa aparição nas trincheiras!) e parabéns a Rupert Gregson-Williams pela banda sonora!

Quanto a vocês, recomendo que vão ver o mais rápido possível porque este ano promete!

Wonder Woman (2017)
Direção:
 Patty Jenkins
Argumento: Alan Heinberg e Zack Snyder
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen,  Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Saïd Taghmaoui, Ewen Bremner, Eugene Brave Rock, Lucy Davis, Elena Anaya, Lilly Aspell
Duração: 141 min
Rating: 8/10

Curiosidades sobre Wonder Woman:
– 
A mãe dela esculpiu-a em barro e Zeus deu-lhe vida.
– Ela já conseguiu levantar o Mjolnir de Thor. Em 1996, num crossover entre a Dc e a Marvel, Thor perde o martelo em combate e Wonder Woman encontra-o e é digna de o levantar mas para não ficar com uma vantagem injusta, ela opta por não usar o martelo e perde a batalha contra Storm.
– As suas braceletes foram feitas dos restos do escudo de Zeus e como tal, são inquebráveis.
– Faz parte da Justice League, sendo uma das fundadoras.

No Verão também se vai ao cinema: #1-10

Como as listas são uma invenção maravilhosa quando queremos falar de muita coisa, trago-vos novamente uma. Mas em vez das minhas séries preferidas, optei por vos dar uma primeira parte (Sim, vem aí uma segunda parte) de filmes que devem ver neste Verão. Alguns já estrearam, outros não, mas como agora vão ser três meses de férias para alguns e há mais tempo para ver filmes (e mesmo que não haja, especialmente para quem não vai de férias), deixo-vos aqui 10 sugestões!

Pirates of the Caribbean

Estreou no dia 25 de maio e já era um filme muito esperado desde 2011. Se são fãs da saga e gostam de filmes com alguma aventura e comédia, então devem mesmo dirigir-se ao cinema o mais rápido possível para verem o destino do Captain Jack Sparrow! Podem ler aqui o que eu achei do filme, mas vá, não custa nada irem matar as saudades destes piratas!

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Wonder Woman

Estreou dia 1 de junho e traz aos grandes ecrãs pela primeira vez a história de Diana Prince (Gal Gadot), princesa das Amazonas, treinada desde pequena para ser uma guerreira. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) cai numa praia da sua ilha, ela descobre que há uma guerra a espalhar-se pelo mundo e decide fazer aquilo para o qual foi treinada. Com isto percebe o alcance dos seus poderes, que são abordados no filme e nos comics da DC. É também o quarto filme deste universo, tendo esta personagem aparecido pela primeira vez em Batman vs Superman, e com retorno no filme que sairá em Novembro, Justice League.

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Captain Underpants

Estreou no mesmo dia que Wonder Woman e apesar de ser um filme infantil, baseado num livro com o mesmo nome, promete divertir até os mais velhos. O filme conta a história de dois melhores amigos, George e Harold que passam os dias a criar banda desenhada e a pregar partidas. Até que um dia hipnotizam o director da escola para que ele acredite que é o Captain Underpants (Capitão Cuecas), cujo traje é apenas roupa interior e uma capa. Mas com a chegada de um professor, e também cientista, “maluco”, Harold, George e o Captain Underpants vão ter de se unir para combater este mal. Ed Helms dá voz a Captain Underpants mas também Kevin Hart, Jordan Peele, Thomas Middleditch, Nick Kroll, e Kristen Schaal dão voz a outros personagens.

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Baywatch

Estreia dia 20 de julho em Portugal e é um reboot da conhecida série com o mesmo nome dos anos 90. Com actores/actrizes como Dwayne Johnson (aka The Rock), Zac Efron, Alexandra Daddario (Percy Jackson), Priyanka Chopra (Quantico), entre outros, e dirigido por Seth Gordon, promete trazer aos grandes ecrãs praia, pessoas de fato de banho e muitas gargalhadas. A história do filme conta as desavenças entre o salva-vidas Mitch (Dwayne) e o novo e insubordinado recruta, Matt (Zac) mas unem-se quando descobrem uma conspiração criminosa que está a ameaçar o sítio onde trabalham.

Em relação à série, digam lá que não tem saudades de ver a Pamela Anderson a correr em câmara lenta na praia de fato de banho!

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Cars 3

Estreia no dia 15 de junho em Portugal e assim como Pirates of the Caribbean, também estávamos à espera de voltar a ver o Lightning McQueen (Faísca McQueen) desde 2011. 6 anos volvidos, cá estamos nós para mais uma aventura do carro vermelho que tem de provar às gerações mais novas que ainda é o melhor corredor da cidade, com uma nova treinadora e um novo rival na história. Vamos voltar a ver também personagens como Mate, Sally, e Ramom!

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Rough Night

Rough Night estreia no mesmo dia que Cars 3 e traz-nos a história de um grupo de amigas que numa louca despedida de solteira em Miami, contratam um stripper mas as coisas acabam por correr para o torto. O filme conta com atrizes como a adorada Scarlett Johansson (The Avengers, Lucy, etc), Zoë Kravitz (saga Divergent), Kate McKinnon (Ghostbusters), Demi Moore (Few Good Men) e Jillian Bell (22 Jump Street).

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Transformers: The Last Knight

A estrear dia 22 de junho, Michael Bay volta três anos depois com outros Transformers. Quando pensávamos que já tinha acabado, eis que Cade Yeager (Mark Wahlberg) e a sua equipa voltam para perceber porque é que os Transformers continuam a voltar à Terra. Vamos voltar a ver personagens como o Megatron e Optimus Prime. Esta é daquelas sagas que não sabemos bem se vale a pena haver mais um filme, mas que damos sempre o benefício da dúvida, se gostámos dos primeiros filmes.

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Despicable Me 3

Na sequência de Despicable Me 1 e 2, os Minions e o Gru voltam dia 29 de junho para nos proporcionar mais uma aventura. Desta vez, chega a altura em que Gru reencontra o seu irmão gémeo bem sucedido, Dru, que se quer aliar a ele para mais um último crime. A última vez que tivemos uma aventura com Gru foi em 2013, porém, os Minions vieram matar saudades em 2015.

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Spiderman: Homecoming

É um dos filmes da Marvel mais esperados, especialmente com dois filmes da DC a estrear este ano. Este filme vem na sequência de Captain America: Civil War, onde vemos pela primeira vez Tom Holland no papel de Spiderman (até agora tinhamos visto Tobey Maguire e Andrew Garfield) e foi também a primeira vez que vimos esta personagem a interagir com os outros personagens da Marvel. A história deste Spiderman conta-nos então como é que, depois dos eventos em Civil War, Peter Parker balança a sua vida escolar com o facto de ser um super herói. Promete risada e muita acção! Spiderman: Homecoming estreia dia 6 de julho.

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Dunkirk

Se foram ao cinema recentemente, já viram vários trailers de aproximadamente 30 segundos para este filme. O inteligente disto é que uma pessoa fica curiosa para saber o que acontece porque o trailer não nos revela muita coisa sobre o filme. Dunkirk estreia dia 20 de julho e a história passa-se durante a Segunda Guerra Mundial, durante a evacuação de Dunkirk. É produzido e dirigido por Christopher Nolan (Inception) que optou por fazer o filme a partir de três perspectiva: O ar, a terra e o mar. Conta com Tom Hardy, Harry Styles, Mark Rylance, entre outros.

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Pirates of the Caribbean: Adivinhem quem voltou?

“The dead have taken command of the sea. They’re searching for a girl, a Pearl, and a Sparrow!”

Os piratas dos sete mares de que tanto gostamos e aprendemos a afeiçoar-nos desde a sua primeira aparição, em 2003, estão de volta aos cinemas. Se o primeiro filme desta saga prometia muito, também graças aos actores no elenco agora, passados uns anos, começou a saber a pouco. Mas acredito fielmente que quem se apaixonou à primeira vista por esta saga, não vai conseguir olhar para os podres da mesma.

É assim que surge o quinto filme dos Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales – mas que histórias ainda há para contar? Se antes fomos habituados à história de amor de Elizabeth Swann (Keira Knightley) e de Will Turner (Orlando Bloom) e ao pirata mais procurado e viciado em rum que está sempre a fazer das suas, que todos conhecemos por Jack Sparrow (Johnny Depp), agora é completamente o oposto.

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Nos filmes anteriores, Jack Sparrow foi ganhando cada vez mais protagonismo ao longo da saga e pondo a história de amor, que acabou por ter um “final”, a um canto. Aliás, acho que hoje não se fala de Piratas das Caraíbas sem se falar dele.

Já a história deste novo episódio inicia-se com o reencontro de Henry Turner (Brendon Thwaites) com o seu pai Will. Henry diz-lhe que sabe como o pode salvar da maldição do Holandês Voador – em que Will só pode regressar a terra de 10 em 10 anos, durante um dia – e explica que vai ser através do Tridente de Poseidon que dá o controlo dos sete mares e destrói todas as maldições. Para isto acontecer, precisa de encontrar o Capitão Sparrow para o ajudar, ao que Will diz logo que não porque não o quer perto de Jack.

Nove anos depois, Henry está a bordo de um navio e perante uma perseguição a um navio de piratas, apercebe-se que estão a ir em direcção do Triângulo do Diabo – tudo o que lá entra, nunca mais sai – e tenta avisar a tripulação mas ninguém o ouve e acusam-no de traição e o barco é destruido ali mesmo. É dentro do triângulo que Henry conhece o Capitão do navio dos mortos, Salazar (Javier Bardem), que tem a sede de se vingar de Jack Sparrow, assim como de matar todos os piratas que existem e como tal, deixa Henry vivo para contar a história e dar a mensagem a Jack.

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Enquanto isto, Carina Smyth (Kaya Scodelario) é acusada de bruxaria mas só ela sabe onde encontrar Mapa que Nenhum Homem Consegue Ler para poder encontrar o Tridente pelo pai, que lhe deixou o diário a dizer como.

É então numa sequência de acontecimentos hilariantes e acrobacias, como sempre e principalmente, de Jack Sparrow, que ele, Carina e Henry acabam na mesma prisão sendo salvos pela tripulação do pirata.

Mas enquanto isto, há outro pirata a ser ameaçado no meio disto tudo: Capitão Barbossa, (já tinham saudades, não é?) que se alia aos mortos para destruir Jack Sparrow, mas já deviamos saber que nunca se deve confiar num pirata. E fico-me por aqui porque o resto terão de ir ver ao cinema.

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Muito mais focada na família, a narrativa não nos traz nada completamente stunning, mas depois de Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, este filme está aceitavelmente bom, leve, com um toque de comédia que não é nada falhado, porque seja nas piadas ou nas típicas acções do capitão mais bêbedo da história da pirataria, a verdade é que nos rimos do início ao fim quando já sabemos o que a casa gasta e acabamos por ter o mesmo sentimento que tivemos a ver The Curse of the Black Pearl.

Johny Depp está novamente a dar-nos a personagem à qual nos afeiçoámos desde o primeiro filme mas também tivemos a oportunidade de ver os veteranos Geoffrey Rush (Capitão Barbossa)e Kevin McNally (Mr. Gibbs)  que são personagens já especiais de volta e em acção. Quanto a Brendon Thwaites e Kaya Scodelaria, estiveram uma representação pouco intensa, esperava-se muito mais emoção. Pelo menos, falando por mim, queria voltar a ver um pouco da faísca e química que Elizabeth e Will tinham como casal no ecrã.

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Foi bom também ver Javier Bardem no papel de vilão, notando-se que foi uma personagem divertida de se interpretar, especialmente ao lado de Johnny, entre outros. Já no caso da banda sonora, não há hipótese, saio sempre rendida, mas mais pelo sentimento de familiaridade e nostalgia.

O final está bastante emotivo para os fãs da saga e só quero relembrar que há uma cena pós-créditos que pode (ou não) significar o regresso de uma personagem e, quem sabe, de um novo filme brevemente.

Título original: Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales
Realização: Joachim Rønning, Espen Sandberg
Argumento: Jeff Nathanson
Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Geoffrey Rush, Brenton Thwaites, Kaya Scodelario, Kevin McNally, Golshifteh Farahani
Género: Ação, Aventura, Fantasia
Duração: 129 min.
Rating: 6/10

Get Out: O convidado de honra

Se existem filmes que eu não gosto de ver, são de certeza os de terror. Podem gozar comigo à vontade mas a verdade é que tenho imenso medo de ver estes filmes, especialmente sozinha!

Mas “ganhei coragem” e fui, finalmente, ver o Get Out ao cinema, filme este que tem sido muito bem falado e criticado por esse mundo fora o que me deixou, claro, super curiosa. Mas como é óbvio, não fui sozinha. Acho que me podiam ter avisado que aquele filme era mais comédia do que terror, a menos que rir seja a minha defesa agora.

“Man, I told you not to go in that house.” – Rod

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O filme conta-nos a história de um jovem negro fotógrafo, Chris (Daniel Kaluuya) que vai conhecer os pais da sua namorada Rose (Allison Williams), apesar do seu melhor amigo Rod (LilRel Howery) o avisar para não ir. Mas mal ele sabia que tinha razão!

Chris estava nervoso porque achava que os pais de Rose não iam reagir bem ao facto de ele ser negro e realmente, os pais dela, Dean (Bradley Whitford) e Missy (Catherine Keener) Armitage, e o seu irmão, Jeremy (Caleb Landry Jones) têm um comportamento um bocado estranho que Chris justifica como eles se estarem a habituar ao facto da filha namorar com ele. E não são os únicos a ter esse comportamento: também os seus dois empregados negros, Georgina e Walter (Betty Gabriel e Lakeith Stanfield) reagem de forma estranha, mas quase como se o corpo deles estivesse ali mas o pensamento deles não.

“If I could, I would have voted for Obama for a third term.” – Dean Armitage

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O que Jordan Peele conseguiu fazer foi basicamente criar uma onda de mistério e suspense à volta de toda a narrativa que aborda o racismo, isto porque, durante o filme todo, estamos com os corações na boca a tentar perceber o que raios se passa naquela família – é tudo tão creepy – e a temer por Chris. É um filme de terror, mas não se compara com um The Conjuring ou Rings. É um terror psicólogico, muito mais virado para o suspense e para o mistério.

Neste filme vemos que há pelo menos duas maneiras de lidar com os negros: vemos o lado da discriminação quando o polícia pede a identificação de Chris, apesar de ser Rose que vai a guiar, após terem ido contra um veado; e vemos de certa forma, os negros a serem invejados (de uma maneira sempre muito bizarra) não só pela família Armitage como pelos seus “amigos” – ler ponto 2 dos [SPOILERS] para perceber a “inveja”.

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Sem dúvida que a curiosidade de Chris o leva longe durante a sua estadia tensa em casa dos pais de Rose. Aliás, acho que ele tem mais curiosidade do que tem medo do que lhe possa vir a acontecer.

Para além da maneira inteligente e perspicaz  como foi feito o filme, a banda sonora ajudou bastante a que fôssemos envoltos no clima de tensão. Não vos posso dizer a minha parte preferida  da BSO sem spoilar!

Durante a parte final do filme, só posso dizer que fiquei de boca aberta porque há toda uma reviravolta na situação mas acho que não se podia esperar outro final deste filme – ler ponto 4 dos [SPOILERS].

Get Out (2017)
Direção:
 Jordan Peele
Argumento: Jordan Peele
Elenco: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Bradley Whitford, Catherine Keener,  Caleb Landry Jones, Betty Gabriel, Lakeith Stanfield, LilRel Howery
Duração: 104 min.
Rating: 8,5/10!

[SPOILERS] – não leiam se não viram o filme, of course!

1- É muito interessante ver o método a ser utilizado para controlar os convidados: a hipnose. De modo a curar a vontade de fumar de Chris (ou pelo menos essa é a desculpa usada), Missy faz com que o som da colher a raspar na chávena de chá cause a hipnose dele. Na manhã seguinte, vemos Chris a ligar a Rod a contar o sucedido e há um momento bastante cómico quando Rod diz: “Bruh how you not scared of this, man? Look they could have made you do all types of stupid sh_t. They have you bleeping barking like a dog. Flying around like you a bleeping pigeon looking ridiculous .Or… I don’t know if you noticed. White people love making people sex slaves and sh_t.” 

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2- Todo aquele leilão disfarçado de jogo de Bingo é muito bizarro. Mas talvez das partes mais importantes do filme, em que eles licitam Chris para poderem fazer um transplante para o corpo dele. Claro que tinha de ser o cego a ganhar, tendo em conta que já tinha falado com Chris antes. Porém, toda uma cena super estranha e que ficamos a apanhar papéis e a nadar na maionese e só mais tarde é que nos dá o click para o que acabou de acontecer.

3- Desabafo: A partir de agora, não largo o meu telemóvel por nada, porque claramente o flash do telemóvel de Chris ajudou-o bastante na missão de não ser morto por gente estranha.

4- Reacções ao final do filme: era mais do que óbvio que ele ia meter o algodão nos ouvidos. Mas o que vem a seguir… não consegui evitar levar a mão à boca para a tapar. Apresento-vos as minhas reacções ao final e só quem viu o filme vai perceber:

  • OH MEU DEUS, ELE ESTÁ A MATAR O JEREMY!!! DÁ-LHE!!!
  • Que inteligente!!! Matar o homem com o veado!!!! F*ckin Chris, dá cabo deles todos!!
  • Ai a Georgina, que creepy, que medo, aposto que vai avisar os outros.
  • TU NÃO ME AGARRES NESSA CHÁVENA, MISSY!
  • Pumbas, mais um down, siga!
  • MAS O JEREMY AINDA ESTÁ VIVO????? OH BOLAS, É AGORA, TOU A SENTIR QUE É AGORA QUE O CHRIS VAI A VIDA.
  • Não voltes atrás por causa da Georgina. Não voltes atrás.
  • BURRO!!! Agora vais morrer porque não tens carro e a Rose vem aí com uma arma!!
  • B*tch, tás a merecê-las!!!  E como assim avô e avó?? Isto está cada vez mais estranho, se é que é possível.
  • Omg, ele deu um tiro na Rosa!!! e matou-se?? lindo, já gosto dele!!
  • CHRIS, BAZA DAÍ PÁ, NÃO ESTEJAS A VOLTAR ATRÁS PARA A MATAR!!!
  • Damn it, a polícia, depois disto tudo o Chris não pode ir preso…
  • ROD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • “I told not to go in that house” – funny because it’s true. Mas achei mesmo que ias perguntar se ele tinha virado escravo sexual.
  • Fim. Não sei lidar com este filme mas gostei.

Mamma Mia: Lá vamos nós outra vez!

Ora bem, como já devem saber, foi anunciado recentemente que o filme de 2008, Mamma Mia! vai ter uma sequela que se vai chamar provisoriamente: Mamma Mia: Here We Go Again!.

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É verdade, lá vamos nós outra vez!  O filme está previsto para dia 20 de julho de 2018, exatamente dez anos e dois dias depois do primeiro filme ter saído. Se isto não é ar fresco num verão quente, então não sei o que é!

Este é um dos meus musicais preferidos, não só porque vibro ao som dos ABBA (aposto que até vocês sabem as músicas todas de cor da altura do Singstar!) mas também porque tem actores que eu gosto bastante como Amanda Seyfried, Colin Firth, Christine Baranski, e em especial a minha atriz preferida, Meryl Streep.

O primeiro filme conta a história de Sophie (Amanda Seyfried), uma jovem que está prestes a casar-se com Sky (Dominic Cooper) e que decide descobrir quem é o pai dela antes da boda. O problema é que a sua mãe, Donna Sheridan (Meryl Streep) nesse ano teve 3 amores, e como tal, Sophie não sabe quem é o pai dela e convida os três: Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Bill Anderson (Stellan Skarsgård) e Harry Bright (Colin Firth), que vêm de diferentes partes do mundo para reencontrar o seu antigo amor. Donna é surpreendida ao vê-los e em conjunto com as amigas Tanya (Christine Baranski) e Rosie (Julie Walters) evita revelar a identidade do pai de Sophie – até porque nem ela sabe.

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Isto tudo acontece ao som da banda sueca, ABBA. As músicas deles, embora não apareçam todas no primeiro filme, estão encaixadas perfeitamente consoante o rumo da história. Seja a “Mamma Mia” quando Donna descobre os três antigos amores de Verão todos juntos, ou a “Honey Honey” quando Sophie lê o diário da mãe, ou até mesmo em momentos mais emotivos como “Slipping Through My Fingers” quando Donna prepara Sophie para o casamento e momentos mais eufóricos como a despedida de solteira ao som de “Super Trouper” cantada pela Donna e as Dynamos, “Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight)” e “Voulez-Vouz” quando os “pais” de Sophie decidem todos levá-la ao altar depois de perceberem o motivo de estarem ali.

Algumas curiosidades em relação ao primeiro filme:

  • Pierce Brosnan não sabia para o que ia. Sabia apenas que ia contracenar com Meryl Streep e que ia filmar na Grécia. Ele afirmou na altura que assinava qualquer coisa que envolvesse Meryl.
  • Meryl Streep gravou a música “The Winner Takes It All” num só take. Benny Andersson, membro dos ABBA e co-compositor das músicas do filme, considerou-a um milagre.
  • Colin Firth no filme brinca com a frase tão conhecida de James Bond ao dizer “I’m Bright, Harry Bright” enquanto está ao lado de Pierce Brosnan que representou James Bond em quatro filmes. Mais tarde, Colin entrou no filme que representa uma paródia a 007 chamado “Kingsman: The Secret Service”.
  • As atrizes Mandy Moore, Amanda Bynes, Emmy Rossum e até Rachel McAdams foram consideradas para o papel de Sophia. Já Olivia Newton-John e Michelle Pfeiffer foram potenciais candidatas ao papel de Donna. Cá com os meus botões, acho que a escolha final foi perfeita mas eu sou suspeita.

Eu quero muito ver qual será a história deste filme e que músicas vão incluir desta vez (tendo em conta que maior parte das principais dos ABBA já foram incluídas no primeiro filme). Já se sabe que vai ser gravado na Grécia novamente, na ilha de Kalokairi e que os produtores do primeiro filme,  Judy Craymer e Gary Goetzman, vão voltar assim como os responsáveis pelas músicas e letras, Benny Andersson e Björn Ulvaeus, e por isso, o filme tem tudo para dar certo novamente.

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Agora, la question c’est… Voulez-vouz?

Salvar a galáxia duas vezes? Peanuts!

Finalmente, fui ver os Guardians of the Galaxy Vol.2 (lidem apenas com o facto de eu meter os nomes dos filmes em inglês, detesto traduções) e posso dizer que saí feliz do cinema!

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[SPOILER ALERT… or not]

Se foram ao cinema em 2014 para ver a primeira parte dos Guardians of the Galaxy, creio que devem ter ficado com o bichinho de ver mais aventuras da equipa do Star Lord (Chris Pratt), da Gamora (Zoe Saldana), do Rocket (Bradley Cooper), do Drax (Dave Bautista) e especialmente do Groot (Vin Diesel). E se assim foi, de certeza que se dirigiram recentemente ao cinema para ver o Vol. 2, novamente realizado por James Gunn. Se não o fizeram… Do que é que estão à espera?

Eu só tive um dilema durante o filme inteiro: COMO É QUE SE LIDA COM A FOFURA DO BABY GROOT? Juro, eu tentei, mas sempre que ele aparecia no ecrã, soltava um “awww!”.

Voltando a coisas sérias e passando à história.

Contextualizando: No primeiro filme, vimos uma equipa a ser formada pelas pessoas mais improváveis já citadas em cima. Juntos salvaram a galáxia pela primeira vez e os seus feitos espalharam-se, sendo agora requisitados para a proteger.

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Após salvarem umas baterias – numa cena com uma introdução mesmo engraçada –  para os Soberanos, Rocket decide fazer das suas e rouba algumas delas, fazendo com que os guardiões passem a ser perseguidos – shoot to kill, para ser mais precisa.

Mas neste reboliço todo, a nave deles fica estragada e aterram num planeta após serem salvos por um desconhecido, que acabou por não o ser assim tanto. Eis que chega finalmente o momento de Peter Quill conhecer o seu pai, Ego (não vou revelar nada mas digamos que se adequa à personagem), protagonizado por Kurt Russell. Não há muita coisa a contar sem ser que o filme acaba por ir em volta da vida de Quill mas como já era de esperar, as surpresas vêm depois.

Se no primeiro filme viamos uma mensagem mais focada na construção da equipa, neste a mensagem principal é bastante óbvia: família, família, família, de qualquer tipo, tamanho ou feitio. Ao longo do filme, os Guardiões encontram aliados inesperados, que outrora eram inimigos ou que de certa maneira já foram próximos a alguns deles. É caso para dizer que a família de sangue não se escolhe mas que por vezes, quando escolhemos a nossa própria família entre os amigos, o laço é igualmente forte. E quem tem um Baby Groot mega fofo na família, tem tudo!

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Para além disto, é um filme que está um pouco desligado do resto do Universo Marvel, tendo em conta que havia muita gente que estava de certeza à espera que o Thanos aparecesse ou que de algum modo houvesse uma ligação ao Infinity War mas isso acabou por não acontecer.

Contudo, o filme está com um tom humorístico soft, seja com situações engraçadas ou piadas inesperadas mas claro, às vezes calha uma ou outra parecer forçada. As cores vibrantes dão vida ao filme e relembram-nos que estamos a ver um filme da Marvel.

Tenho ainda de comentar a banda sonora. Não sei se consegue bater a do primeiro filme mas vou dizer que fica ao mesmo nível. Mas é uma BSO que ajuda a ver o filme de outra maneira porque de alguma forma as músicas encaixam-se perfeitamente nas cenas e mesmo que à primeira vista não faça sentido a escolha da música, depois acaba por nos surpreender e envolver.

Sum-up: Marvel… You did it again! É quase impossível não se ficar animado com este filme e com alguma vontade de que os próximos filmes cheguem às salas do cinema! Claramente, salvar a galáxia duas vezes? Peanuts!

PS: E que cinco cenas pós-créditos realmente funny!

Guardians of the Galaxy Vol. 2 (2017)
Direção:
James Gunn
Argumento: James Gunn
Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Sylvester Stallone, Kurt Russell, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan,  Sean Gunn, Tommy Flanagan, Laura Haddock
Duração: 136 min.
Rating: Ao primeiro dei 7 mas a este estou virada para um 8/10!