No Verão também se vai ao cinema: #11-20

Here it comes! Uma segunda parte dos filmes que devem ver neste Verão. Claro que nem todos podem concordar com esta lista, e como é óbvio, há sempre filmes melhores do que outros. São meras sugestões, já vos dei 10 numa primeira parte. Agora trago-vos outras 10 sugestões para terem filmes até agosto para verem. Quem é amiga?

War for the Planet of Apes

A estrear dia 13  de julho em Portugal, War for the Planet of Apes apresenta-se como a sequela do filme de 2014, Dawn of the Planet of Apes. Neste filme, os macacos vão entrar num conflito mortal com os humanos que estão a ser comandados por um tirano, sendo que esta batalha vai determinar o futuro das duas espécies. Confesso que nunca vi nenhum destes filmes mas já tive pessoas a recomendarem-me inúmeras vezes. Well, para ver macacos não preciso de ir muito longe, mas pode ser que dê o benefício da dúvida.

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Valerian and the City of Thousand Planets

Este filme conta a história de dois agentes especiais do governo, Valerian e Laureline, e o dever deles é manter a ordem no universo. Valerian tem uma “crush” pela colega mas o seu historial com mulheres e os valores dela fazem com que ele seja rejeitado constantemente. Mas juntos embarcam numa missão até uma cidade chamada Alpha, formada por diferentes espécies do universo devido a forças ocultas que estão a ameaçar pôr a Humanidade em perigo. Não sei muito bem o que achar deste filme, especialmente porque não sou grande fã da Cara Delevingne e muito menos de Dane DeHaan, mas gostos não se discutem! Estreia dia 27 de julho.

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Baby Driver

Aqui está um filme que eu vou ver de certeza só pelo elenco. Com Ansel Elgort, Kevin Spacey, Jamie Foxx, Jon Hamm, Jon Bernthal, entre outros, o filme conta a história de um jovem chamado Baby que é o melhor motorista de fuga no mundo do crime. Mas conhece a rapariga dos seus sonhos e convence-se de que é altura de abandonar a vida criminosa. Mas num último assalto, tudo fica em risco para ele: o seu amor e a sua liberdade. É pena só estrear no dia 3 de agosto.

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Wind River

E quem é que já tinha saudades de ver o Hawkeye e a Scarlet Witch de The Avengers: Age of Ultron a contracenar juntos? Eu cá já tinha! Fiquei mesmo feliz em saber que eles iam estar juntos neste film. Cory (Jeremy Renner) que é um caçador de predadores, traumatizado pela morte da filha, que encontra o corpo congelado de uma menina e inicia uma investigação sobre o crime com a ajuda da agente do FBI, Jane Banner (Elizabeth Olsen). Também Jon Bernthal, que representava Shane em The Walking Dead, entra neste filme! Estreia dia 4 de agosto nos EUA.

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Detroit

Detroit conta com a participação da mais recente estrela de Star Wars, John Boyega, com  Anthony Mackie (Falcon em The Avengers) e também com  Samira Wiley, John Krasinski,  Kaitlyn Dever e Will Poulter. O filme retrata a onda de protestos que ocorreram em 1967 em Detroit, quando a população se revoltou contra uma operação policial não autorizada, que acabou em inúmeras mortes. Parece-me um filme bastante interessante e é um género de filme que muita gente é capaz de gostar porque pega na História e no Thriller. Tem estreia marcada também para dia 4 de Agosto nos EUA.

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The Dark Tower

Idris Elba volta aos grandes ecrãs no papel de um pistoleiro, Roland Deschain, que corre o mundo à procura da Dark Tower (Torre Negra), um prédio mágico que está a desaparecer. A busca envolve uma perseguição ao Man In Black, protagonizado pelo grande Matthew McConaughey, com passagens por tempos diferentes e confusões entre o que é real e o que é imaginação. Para quem gosta de Stephen King, tendo em conta que o filme é baseado na sua obra com o mesmo nome, tem de ir obrigatoriamente ver este filme! Para quem não gosta, dêem uma oportunidade e pode ser que no dia a seguir já estejam a ler outros livros dele. Não se esqueçam que o filme It também uma obra dele, está para vir!

PS: O livro The Dark Tower demorou 33 anos para ser concluída e é inspirado no universo de J.R.R. Tolkien, criador de The Lord of the Rings.

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An Inconvenient Sequel: Truth to Power

Em 2006, Al Gore alertou o mundo em An Inconvenient Truth para a necessidade da união entre os países para resolver a crise que envolvia o aquecimento global. Regressa agora, com o mesmo tema (que nos continua a afectar drasticamente) não só para mostrar as consequências que esta crise climática está a ter mas também para mostrar os avanços na obtenção de energia através de fontes limpas. O documentário recente que saiu no mesmo estilo foi Before The Flood de Leonardo DiCaprio e acho mesmo que são documentários que todos deviam ver para começarmos todos a perceber que a Natureza também se revolta.

Estreia dia 4 de agosto nos EUA.

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Annabelle: Creation

Este é daqueles filmes que ponho aqui porque há pessoas que adoram filmes de terror mas que eu não devo de todo ver porque, como expliquei no post sobre o Get Out, DETESTO FILMES DE TERROR. A história conta a história de um artesão de bonecas e da sua esposa que, após perderem numa morte trágica a sua filha, decidem acolher em sua casa uma freira e algumas meninas de um orfanato. Porém, atormentado com algumas lembranças, o casal precisa de lidar com a boneca demónio (que não tem outro nome), Annabelle, que o artesão criou. Estreia dia 11 de agosto nos EUA.

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The Hitman’s Bodyguard

Não sei se por acaso se lembram de um filme chamado The Bodyguard com Kevin Costner e Whitney Houston. The Hitman’s Bodyguard surge um pouco como paródia do filme de 1992 mas não exagerado, realizada por Patrick Hughes e conta com Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Gary Oldman, Salma Hayek, entre outros.

A história? Muito simples. O guarda-costas Michael Bryce é contratado para proteger um hitman chamado Darius Kincaid, que precisa de testemunhar na Corte Internacional de Justiça. No caminho para Inglaterra, são perseguidos por assassinos e isso vai fazer com que eles tenham de trabalhar juntos para destruir o ditador Vladislav Dukhovich.

Come on, é o Ryan Reynolds e o Samuel L. Jackson juntos. Querem melhor? Ao vosso dispor dia 18 de agosto nos EUA.

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Ingrid Goes West

Em Ingrid Goes West, Aubrey Plaza (Dirty Grandpa) interpreta Ingrid, uma jovem que tem como ídolos algumas personalidades das redes sociais, sendo a sua preferida Taylor Sloane (Elizabeth Olsen), uma rapariga muito famosa e com uma vida que aparenta ser perfeita. Ingrid, obcecada com Taylor, decide abandonar tudo e mudar-se para perto dela, pondo em prática um plano para se tornar a sua melhor amiga. Mas claro está que isto passa os limites de ser fã para algo muito mais alarmante e perigoso.

É um filme que de certeza vai chamar muito a atenção para coisas que se passam nos dias de hoje e estreia dia 11 de agosto nos EUA.

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Wonder Woman: Mais do que uma princesa, uma guerreira

“I will fight, for those who can not fight for themselves.” – Diana Prince

Já lá vão alguns dias desde a estreia de Wonder Woman e já andava ansiosa para ir ver este filme e finalmente, consegui!! Os fãs do universo da DC esperaram demasiado tempo para que o filme desta super heroína saísse, mas sempre com algum receio, especialmente depois do pouco êxito de Supergirl, Catwoman e Elektra, por isso, ver este filme era quase obrigatório para saber se as expectativas eram finalmente correspondidas! E que bem arriscado que foi!

Antes de mais, tenho de dizer que a Gal Gadot foi a escolha perfeita porque, para além de ser LINDA, tem aquele toque fearless que é algo que caracteriza a WW também.

Passando ao que interessa (vou super tentar que isto não tenha spoilers mas não posso prometer nada. Mas posso dizer que não vou revelar o filme todo para evitar isso mesmo)!

O filme começa com uma pequena ligação à primeira aparição de WW em Batman vs Superman, ao ser entregue a Diana uma mala vinda por parte de Bruce Wayne com a fotografia original da Wonder Woman com quatro homens e com um pedido para que ela um dia lhe conte a sua história. A partir daí, tudo é um throwback.

Somos então puxados para a infância de Diana na ilha de Themyscira, onde vivem apenas as Amazonas, guerreiras criadas pelos deuses do Monte Olimpo para proteger a humanidade da corrupção de Ares, o Deus da Guerra e filho de Zeus. Mas para ser possível matá-lo, Zeus deixou uma “Matadora de Deuses” (Godkiller) que Diana acredita que é uma espada que a sua mãe, Hippolyta, lhe mostrou. De realçar também que nesta ilha não existem homens nenhuns.

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Diana sempre teve um espírito guerreiro e desde muito nova que quis treinar para saber combater quando a guerra vier. Mas a sua mãe não deixava e, por isso, treinava às escondidas com a sua tia, Antiope, até que juntas, convenceram Hippolyta. Mas Diana tinha que ser treinada para ser melhor do que todos, porque ela não era uma Amazona qualquer. E não, não era por ser uma princesa.

Mas tudo realmente começou quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se despenha na ilha delas (que estava protegida com um feitiço para ninguém a encontrar) e traz um exército alemão atrás dele que o queria matar porque afinal de contas, ele era um espião. Diana foi quem o ajudou a sair da água e ficou surpreendida porque nunca tinha visto um homem e aposto que ele nunca tinha visto uma mulher tão bonita como ela! Depois de Steve contar às Amazonas qual era a sua missão para conseguir travar a guerra, Diana depressa se apercebe que isto só pode ser obra de Ares e oferece-se de imediato para ir, apesar da mãe dela a proibir. Mesmo assim, pega na espada (supostamente a GodKiller), num escudo, numa armadura e num cordão dourado (Lasso of Truth) às escondidas e mostra ao piloto como sair da ilha. E eis que chegam a Londres.

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Diana, dá muito nas vistas, como é óbvio. O que diriam se tivessem nas primeiras décadas do século XIX, tudo super tapado até às orelhas e conservador, no meio de uma guerra, e vos aparecesse uma mulher lindíssima, com um traje que mostra as pernas todas, acompanhada de uma espada e de um escudo? Especialmente na época em que o filme se passa, em que o sexismo é uma constante – chega ao ponto de Diana entrar numa sala cheia de ministros (todos eles homens) e eles ficam indignados, perguntando-se o que raios está ali uma mulher a fazer. Em relação à espada e ao escudo, provavelmente só achavam que ela era maluca.

Diana, que não entendia nada do que se estava ali a passar, porque nunca tinha estado em contacto com a Humanidade e com o que ela trouxe com o passar dos anos, teve de tentar conter-se mesmo que às vezes se revoltasse com o que estava a acontecer e ninguém entendesse patavina do que ela estava a querer dizer quando falava de Ares.

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E eis que ela se depara no meio da Primeira Guerra Mundial, e com a sua bondade, ao querer ajudar as pessoas, aventura-se mesmo no meio da batalha, na sua bela fatiota, e faz o que nenhum homem tinha conseguido num ano – chegar ao lado onde os alemães estavam. No meio disto tudo, o que aconteceu foi basicamente isto:

 

É, no mínimo, impressionante como uma mulher dá uma coça a tanta gente! A Wonder Woman tem poderes espectaculares e nem ela percebe bem nesta altura a dimensão deles, apesar de já termos tido um sneak peek em Batman vs Superman, do que ela consegue fazer.

Tendo em conta que a Wonder Woman é talvez das personagens mais poderosas da DC, foi óptimo finalmente terem conseguido levar este filme avante, especialmente com a Justice League a chegar em Novembro. E de certa forma, mostra bem a história da Diana e os valores pelos quais ela luta como o amor e a justiça, esses que foram a base da sua criação e, especialmente no final do filme, que são realmente a base da sua futura missão.

E o bom do filme é que tem um pouco de tudo: tem a introdução, mas também nos surpreende com a acção, mesmo que saibamos que vai ser previsível o desfecho ou que saibamos quem é o vilão já muito antes de ele se revelar, é sempre maravilhoso ver a WW a lutar com toda a garra, não só pelo seu amor por Steve Trevor mas ainda mais pela crença que ela tem na Humanidade. Melhor do que a ver a lutar, é vê-la a fazer isso ao som de Wonder Woman’s Wrath. Ai, como eu adoro este instrumental!!! Dá aquela pica para a acção e já o associamos logo a esta heroína!

Mas sinto que, especialmente para quem não conhece muito sobre esta heroína, faltou um bocado explorarem que tipo de poderes é que ela tem, ou pelo menos perceber ainda melhor a dimensão deles, ou até mesmo como é que ela lida com eles. De certa forma, podia não fazer sentido explicitarem os poderes dela já visto que nem ela percebia ainda bem na altura quais eram mas tenho receio de que não o farão nos próximos filmes. Digo isto porque acho mesmo que os poderes dela são espectaculares e merecem, sem dúvida, mais destaque quando se fala na Wonder Woman. E, por favor, não façam com que os filmes de super heróis caiam demasiado em cliché. Sim, eles lutam por causas como a paz, a justiça e talvez o amor, mas não vamos exagerar. É um filme, lá está, de super heróis, queremos ver acção (com bons efeitos, de preferência) mas “realista” dentro da ficção!

Quero deixar também uma nota sobre Patty Jenkins que conseguiu retratar bem as dúvidas e conflitos da própria personagem, um obrigada a Zack Snyder (boa aparição nas trincheiras!) e parabéns a Rupert Gregson-Williams pela banda sonora!

Quanto a vocês, recomendo que vão ver o mais rápido possível porque este ano promete!

Wonder Woman (2017)
Direção:
 Patty Jenkins
Argumento: Alan Heinberg e Zack Snyder
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen,  Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Saïd Taghmaoui, Ewen Bremner, Eugene Brave Rock, Lucy Davis, Elena Anaya, Lilly Aspell
Duração: 141 min
Rating: 8/10

Curiosidades sobre Wonder Woman:
– 
A mãe dela esculpiu-a em barro e Zeus deu-lhe vida.
– Ela já conseguiu levantar o Mjolnir de Thor. Em 1996, num crossover entre a Dc e a Marvel, Thor perde o martelo em combate e Wonder Woman encontra-o e é digna de o levantar mas para não ficar com uma vantagem injusta, ela opta por não usar o martelo e perde a batalha contra Storm.
– As suas braceletes foram feitas dos restos do escudo de Zeus e como tal, são inquebráveis.
– Faz parte da Justice League, sendo uma das fundadoras.

Cinco compositores e a sua magia em filmes

Se a minha vida desse um filme ou uma série (nunca digam nunca!), a banda sonora provavelmente seria composta pelas mãos de cinco compositores que simplesmente adoro.

Prontos para mais uma lista?

1- John Williams

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John Williams é um compositor americano que já conta com 85 anos e muitos prémios pelas suas composições. É considerado um dos melhores na história do cinema já tendo sido nomeado centenas de vezes para os Óscares e não só, tendo ganho 5 Oscars para Melhor Banda Sonora até agora com os filmes Jaws, Star Wars Episode IV, ET, Fiddler on the Roof e Schindler’s List. Tem outros sucessos a nível de composição noutros filmes conhecidos como Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, Saving Private Ryan, Indiana Jones, Superman, entre outros (podem descobrir mais aqui).

As minhas bandas sonoras preferidas de John Williams, mesmo que seja difícil escolher entre tantas fantásticas, pertencem a uma só saga: Star Wars. Acho apenas espectacular e escusado será dizer que encaixam perfeitamente nos filmes.

2 – Hans Zimmer

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Compositor alemão e com 59 anos, Hans Zimmer é o segundo compositor mais premiado da história, ficando atrás apenas de John Williams. Porém, só ganhou 1 Óscar até à data que foi, nada mais, nada menos, que com o filme The Lion King e ele só podia estar na minha lista de preferidos porque este é o meu filme preferido da Disney!

Hans Zimmer conta com outros grandes sucessos na composição em filmes como Batman, 12 Years a Slave, Sherlock Holmes, Pirates of  the Caribbean, entre outros.

A minha composição preferida dele é, sem dúvida, Time do filme Inception.

 

3 – Alexandre Desplat

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Alexandre Desplat é um compositor francês de 55 anos e como Hans Zimmer, também só ganhou 1 Óscar até à data com o filme The Grand Budapest Hotel. Durante o seu percurso musical, conduziu apresentações da London Symphony Orchestra e da Royal Phillarmonic Orchestra e compôs músicas individuais para cantoras como Kate Beckinsale.

Conta com sucessos em diversos filmes como The Curious Case of Benjamin Button, The King’s Speech,  Harry Potter and the Deathly Hallows (parte 1 e 2), The Danish Girl, entre tantos outros desde 1985.

The Imitation Game também teve a banda sonora pelas mãos de Alexandre e apesar de não ter nenhuma composição preferida dele, gostei especialmente desta.

 

4 – Howard Shore

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Tendo em conta que todos os meus favoritos têm uma nacionalidade diferente, Howard Shore não foge à regra. Compositor canadiano, tem 70 anos e ganhou 3 Óscares com a trilogia de Lord of The Rings, mais concretamente com o The Return of the King e com o The Fellowship of the Ring. Foi também nomeado com o filme Hugo em 2011.

Os seus sucessos passam ainda por The Hobbit (ligado a The Lord of the Rings), The Departed, The Aviator, Se7en, e por aí em diante desde 1978.

Foi com LOTR que o conheci e que fiquei encantada, por isso, é a minha banda sonora de eleição deste compositor.

 

5 – Alan Silvestri

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À semelhança de John Williams, Alan Silvestri também é um compositor americano e tem 67 anos. Começou o seu percurso musical em 1972 mas nunca ganhou um Óscar, apesar de ter sido nomeado duas vezes, uma delas com o filme Forrest Gump.

Já ouvimos composições dele em Lara Croft: The Cradle of Life, The Mummy Returns, Lilo & Stitch, Night at the Museum e em Back to the Future (nos três filmes) mas não se fica por aqui.

Decidi colocar Alan Silvestri nesta lista porque, como já deu para perceber, eu sou fã da Marvel e não é que Alan meteu as “mãos na massa” no que toca a composições para os filmes dos The Avengers? Dito isto, adivinhem lá qual é a minha escolha do repertório dele…

Claro que não descarto outros compositores, aliás, se há coisa que mais faço enquanto estudo, é ouvir bandas sonoras/instrumentais de filmes e como tal, há inúmeros compositores que oiço nas playlists do Spotify. Porém, este é o meu top 5!