Unbreakable Kimmy Schmidt: À descoberta de uma realidade diferente

Num dos meus primeiros posts referi que se me recomendassem uma série de comédia em que cada episódio tivesse 20 minutos, eu via. Pois bem, surgiu realmente uma recomendação por parte de uma amiga minha para ver Unbreakable Kimmy Schmidt (tem 30 minutos mas dá na mesma). Podia fazer-vos uma análise do que é a série mas vou apenas dedicar-me a dar-vos 10 razões (+1 de bónus) pelas quais deviam ver esta série.

AS DEZ (+1) RAZÕES PARA VEREM UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT:

1 – É uma série criada e produzida por Tina Fey e Robert Carlock.

Depois da série 30 Rock, surge a nova aventura “Unbreakable Kimmy Schimdt“. Tina Fey para além de argumentista, produtora e criadora da série, também aparece com alguns papéis durante a série e sendo ela uma grande actriz de comédia, é sempre fantástico vê-la nos ecrãs! Ao início não engraçava muito com ela mas agora posso dizer que a adoro!

2 –  A storyline é completamente diferente de muitas séries de comédia que andam por aí

Portanto, a série é sobre Kimmy Schmidt, uma das quatro raparigas que foram raptadas pelo reverendo Richard Wayne Gary Wayne para participarem num culto apocalíptico e passaram 15 anos num bunker. O engraçado desta série é perceber como é que Gretchen, Cyndee (adolescentes na altura) e Donna Maria, lidam com o novo mundo que estava por cima das cabeças delas e que foi mudando enquanto elas não tinham nada no bunker.

Para além disto, tem piadas muito inteligentes e que conseguem estar a par e passo com os acontecimentos mundiais. E os flashbacks do bunker são qualquer coisa!

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3 – A abertura da série (genérico) é simplesmente viciante! Juro que canto tudo sempre que o oiço.

É IMPOSSÍVEL não ficar com o genérico na cabeça. “Unbreakable. They’re alive, damn it. It’s a miracle. These female are strong as hell. This is gonna be a… you know, a… fascinating transition! Damn it!”

Se quiserem perceber de onde vem o genérico, vejam o comediante Mike Britt a passar-se por Walter Bankston, que é basicamente um senhor que mora perto do bunker mas que nunca ouviu nem viu nada:

E claro, vejam a abertura da série para ficarem rendidos!

4 – A Kimmy é simplesmente adorável – e não tem noção nenhuma do que se passa à volta dela.

Ora bem, ela foi raptada muito nova e em 15 anos muita coisa muda. Por isso, quando Kimmy sai do bunker, conhece uma nova realidade com telemóveis, máquinas automáticas, entre outras tecnologias que Kimmy desconhecia. E é muito engraçado ver como é que ela lida com essa informação toda, ainda mantendo um pouco da criança que tem em si, visto que tinha de puxar pela imaginação para não se aborrecer debaixo da terra.

Acho que a escolha da Ellie Kemper para esta personagem foi super bem escolhida. Aliás, numa entrevista, Tina Fey disse mesmo que mal escolheu Ellie para este papel, tiveram que se sentar para pensar numa história que se pudesse ligar mais a ela.

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5 – Para quem não via 30 Rock como eu, que descoberta maravilhosa foi Titus Burgess!

Se a série é mais musical, é devido à personagem de Titus Andromedon, gay e que quer ser cantor profissional. Na vida real, Titus Burgess é uma estrela da Broadway e fazia aparições em 30 Rock. Sem dúvida que ele acrescenta muita piada à série com as suas expressões, reacções às coisas, frases… basta ser ele mesmo. Ele até fez a sua própria versão do Rei Leão! Como não gostar??

6 – Jane Krakowski. 

Já esteve em séries como Ally McBeal, 30 Rock, já participou no filme Pixels e como não podia deixar de ser, agora era a vez de UKS! Interpreta o papel de uma mulher rica mas proveniente de uma família de índios que contrata Kimmy para ser a ama de Buckley, o seu filho, e de Xanthippe, a sua enteada, mas a verdade é que Kimmy acaba por ser muito mais. Mais uma actriz nesta série com uma personalidade incrível!

7 – O concurso de argumentos que existe entre Xanthippe e Kimmy é simplesmente confuso mas maravilhoso

Em primeiro lugar, só vão aprender a pronunciar Xanthippe quando começarem a ver a série. Em segundo lugar, as birras de Xan e as respostas completamente non-sense de Kimmy são completamente maravilhosas. Deixo-vos aqui um exemplo:

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8 – Jon Hamm faz de reverendo. Queriam melhor?

Depois do êxito de Mad Men, onde interpretou a personagem de Don Draper, agora interpreta o Reverendo Richard Wayne Gary Wayne que raptou Kimmy e as três amigas e as manteve no bunker durante 15 anos. É certo que ele não aparece muito a não ser em flashbacks dos anos no bunker mas quando aparece, não dá para não rir ou pelo menos… babar!

9 – Os nicknames do Titus para a Kimmy

Desde Kimbecile, a Amelia Bedelia até Kimbert, há espaço sempre para um nickname de Titus para Kimmy. Kimstagram, White Weirdo… Há tantos! Dava-me jeito e adorava ter essa criatividade toda para arranjar alcunhas tão criativas.

10 – A senhoria de Kimmy e Titus, Lillian!

Carol Kane está, a meu ver, maravilhosa neste papel! Interpreta a senhoria (louca) de Titus e Kimmy mas gosta tanto deles que os chama de “Meu Titus” e a “minha doce menina”. É contra a mudança do bairro dela e as revoltas dela são do melhor que há! É preguiçosa como Titus mas se precisarem da ajuda dela, especialmente se envolver dinheiro, ela está pronta!

11 – A série consegue ser absurda o que faz dela também hilariante. 

Sobre a 10ª razão não me vou pronunciar mas para se rirem ou perceberem (porque vão ficar super curiosos!) os gifs e imagens que vou meter, vão ter de ver a série!!

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