As séries que me ocupam as horas livres – Parte 2

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Voilá, a lista de séries preferidas continua! Prometo que não há uma parte 3 (yeeeeeet!).

1- Modern Family

A melhor maneira de descrever Modern Family acho que já foi feita pelo Cameron na série e neste segundo gif que aqui coloquei: “There are dreamers and there are realists in this world. You’d think the dreamers would find the dreamers, and the realists would find the realists, but more often than not, the opposite is true. See, the dreamers need the realists to keep them from soaring too close to the sun.  And the realists? Well, without the dreamers, they might not ever get off the ground.”.

São realmente uma família muito moderna e extremamente divertida. Cada um tem a sua personalidade que por vezes choca, mas que faz com que eles se complementem tão bem. Phil é o sonhador e Claire é mais racional e os seus três filhos são todos diferentes uns dos outros – Haley é a rapariga popular, Alex é a “nerd” e Luke é quem anda sempre com a cabeça na lua, por assim dizer. Mitchell é racional como a irmã Claire mas o seu marido, Cameron, é o que se pode chamar de uma pessoa excêntrica e a sua filha Lily puxa um bocado dos dois. Já Jay, pai de Claire e Mitchell, é o carracundo mas coração mole, casado com a columbiana Gloria que é a pessoa mais expressiva da série (quando ela se passa então…) e que tem o filho Manny que é o rapaz intelectual mas inseguro. E não me digam que não se identificam nem um bocadinho com eles!

Juntos fazem com que a animação seja garantida, mesmo em situações capazes de acontecer a qualquer um de nós que podem ser bastante…embaraçosas. Foi a primeira vez que tive uma série a meter-me a rir durante uma meia hora seguida sem parar. E são 20 minutos por episódio que parecem 45 minutos mas que passam num instante e deixam a querer mais!

2- The Walking Dead

Assim como nunca esperei ver The Originals (pelas razões que expliquei no meu artigo anterior – Parte 1), esta é mais uma daquelas séries que eu nunca quis ver porque detesto zombies, acho mesmo que eles não servem rigorosamente para nada. Zombies para mim são como aquelas pessoas que vão no meio do passeio a andar mais devagar do que um caracol e não consegues passar por elas e ficas só enervado com a situação toda.

Mas mais uma vez, o feitiço virou-se contra o feiticeiro e fui influenciada a ver The Walking Dead. Custou-me realmente ver a primeira temporada mas a partir do momento em que me comecei a afeiçoar a algumas personagens (maldita a hora), foram cinco temporadas de uma vez. Depressa percebi que não era nada do que eu pensava – que, ok, ia ser um World War Z menos… mau – mas que não se ia cingir ao simples facto de matar os pedantes mortos-vivos só porque não queriam ficar sem um braço.

É uma série que fala acima de tudo sobre sobrevivência e que se foca muito na evolução das personagens – basicamente mostra como passar de uma pessoa assustada para um badass *emoji do braço musculado*! Eu passo a vida recomendar a série porque não quero que as pessoas tenham a mesma opinião do que eu para sempre. Sim, vou admitir que há episódios em que só me apetece desligar o que está a acontecer e passar para o próximo, mas no fim acaba por valer a pena – especialmente com o novo vilão que acredito que toda a gente na Internet já o conheça.

3 – How To Get Away With Murder

Esta série devia vir com o aviso de “não façam isto em casa” e claramente, representa mesmo bem o chamado “efeito bola de neve”.

A história desenvolve-se à volta de Annalise Keating, casada com Sam Keating, advogada de defesa criminal e professora de Direito. Mas também ficamos a conhecer a história de cinco alunos que ela escolheu para trabalhar consigo: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Todos diferentes uns dos outros, acabam por ter uma coisa em comum: vêem-se todos numa situação da qual não se podem livrar contando a verdade – um homícidio. Mas não são os únicos a ficar envolvidos: também Annalise e os seus empregados e braços direitos, Bonnie e Frank, ajudam-nos a sairem impunes de um homícidio com muita história por trás… não se sabe bem é até quando mas têm de ver para descobrirem.

Acho que o que me cativa mais a ver esta série e a adorar, é ver a Viola Davis a ter uma representação breathtaking e ver o que a personagem dela é capaz de fazer para proteger os seus alunos que nem sempre são as pessoas mais supportive. Para além disto, conseguem fazer muito bem a passagem para os throwbacks, o que, noutras séries, acaba por ficar uma trapalhada e confuso.

4 – Sherlock

Primeiro, adoro a personagem do Sherlock e a relação que ele tem com o Doctor Watson. Segundo, adoro o Benedict Cumberbatch e o Morgan Freeman que dão vida a estas personagens e acho que eles têm imensa “química”, seja nesta série, seja quando eles fizeram juntos o The Hobbit. Por isso, claro que esta série tinha de estar no meu top.

Óbvio que pareço uma burra a olhar para um palácio quando o Sherlock começa com as deduções tão características dele, deduções que às vezes ele retira de um bocado de pó. Uma pessoa fica mesmo “What?”. Às vezes dou por mim a pensar que tipo deduções é que esta personagem retirava se olhasse para mim e rio-me apenas.

Se calhar não é uma série que seja muito fácil de ver para muitas pessoas, mas eu acho que vale totalmente a pena porque é interessante ver como ele soluciona os crimes de uma maneira tão inteligente como só ele consegue fazer. Para além disto, são aventuras que já existem desde 1887 em livros e que já teve tantas representações até aos dias de hoje.

5- This is Us

Pessoalmente, sou uma pessoa que gosta muito de séries com as quais me posso identificar. Mas se não for assim, que sejam o mais próximas à realidade possível. Com isto não quero dizer que rejeito outro tipo de séries, come on, é só olharem para a minha lista para perceberem o que estou a dizer.

Mas This is Us foi uma série que me conquistou pela sua simplicidade. Apenas contando a história de um casal que se mete na aventura de ter três filhos (Randall, Kate e Kevin) e perceber como é que eles lidam com o crescimento deles – especialmente com a adolescência – e como é que os The Big Three lidam com as situações agora que são adultos, torna a série muito fácil de ver e cria uma ligação emocional com os espectadores.

Não tem muito que se lhe diga, mas é mesmo interessante a série.  Mandy MooreMilo Ventimiglia, que já me tinham conquistado em A Walk to Remember e em Heroes, respectivamente, têm química e representam muito bem um casal com os seus altos e baixos, como é na vida real, que não é tudo um mar de rosas. Estão confirmadas as temporadas 2 e 3 por isso, vão mais do que a tempo para começarem a ver se tiverem curiosidade!

O meu top chega ao fim mas claro que há outras séries que mereciam muito ser mencionadas mas eu acho que são tão boas que nem é preciso deixar-vos curiosos em relação a elas!

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